Noite de insônia
No meu quarto o silêncio
O vazio não me incomoda
Antes isso do que te perder
Levanto
Mais um dia após o outro
Vivo na rotineira monotonia
Me sinto em transe
A nuvem se tornou neblina
O vento, um gemido agourento
A rua deserta, a vida deserta
Onde você está?
Me sinto dormente
Estou adormencendo contra vontade
"Não me deixe!" - penso
Mas já estou dentro deste pesadelo.
Poema feito no inicio deste ano, dedicado a J.
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